DJ Alok estreia no São João de Campina Grande e grava cenas para documentário durante show: ‘escolhi vocês’

Show de Alok no São João 2022 de Campina Grande teve efeitos especiais — Foto: Bruna Couto/g1

Um público diverso encheu o Parque do Povo na noite desta quarta-feira (22) para ver de perto estreia do DJ Alok no São João de Campina Grande, Agreste da Paraíba. O artista retribuiu o carinho do público revelando em primeira mão que escolheu a cidade para fazer parte de um documentário que será lançado em breve.

O show começou por volta das 23h50, e deveria acabar, em tese, às 01h10. Mas o DJ não desceu do palco na hora marcada pela produção, e afirmou: “Campina Grande, eu não vou embora“.

Com um repertório diverso, composto por vários de seus sucessos na música eletrônica, Alok trouxe ao São João 2022 de Campina Grande canções internacionais e nacionais, como um remix de “Anunciação”, do pernambucano Alceu Valença.

Além da diversidade de músicas, a apresentação de Alok também foi marcada por vários efeitos especiais. Luzes, fumaça, efeitos à laser e confetes ajudaram a compor o cenário artístico que embalou a noite.

O público vibrou a cada minuto e reagiu de forma positiva à possibilidade de diversidade musical no São João de Campina Grande. Foi a primeira vez que Alok tocou na festa, e em toda a programação desta edição, ele é o único DJ.

Depois de continuar o show fora do horário previsto para terminar, Alok revelou em primeira mão que escolheu o momento vivido em Campina Grande para fazer parte de um documentário, que ainda está em produção. O artista não informou a data de lançamento, mas fez questão de filmar o Parque do Povo cheio para garantir o registro.

“A partir desse momento, a gente está gravando um documentário que eu vou lançar em breve. Não posso falar ainda onde é, mas o que realmente importa é que vocês vão fazer parte desse momento comigo pra sempre. Eu escolhi vocês, Campina Grande“, disse Alok.

Ao anunciar a gravação do documentário, o DJ tocou duas músicas que fez inspirado em cantos dos povos indígenas. As canções também estarão disponíveis no documentário.

Por Bruna Couto, g1 PB