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Paraíba receberá menor repasse do Governo Federal entre estados do NE

Presidente Jair Bolsonaro e ministro da Saúde, Henrique Mandetta
O Governo da Paraíba é quem menos vai receber, entre os estados do Nordeste, repasses do novo aporte anunciado pelo Ministério da Saúde para combater o novo coronavírus. O estado receberá aproximadamente R$ 11 milhões. Já os municípios paraibanos receberão cerca de R$ 58 milhões. A portaria, assinada pelo ministro Henrique Mandetta, autoriza R$ 4 bilhões para governos estaduais e municipais usarem no combate à Covid-19.


O valor que será destinado destinado para gestão estadual é de R$ 11,9 milhões, cerca de dez vezes menor que o governo da Bahia, que receberá o maior aporte da região, cerca de R$ 114 milhões.
Confira quanto cada estado receberá: Alagoas (R$ 16 milhões), Bahia ( R$ 114 milhões), Ceará (R$ 39 milhões), Maranhão (R$ 27 milhões), Paraíba (R$ 11 milhões), Pernambuco (R$ 107 milhões), Piauí (R$ 19 milhões), Rio Grande do Norte (R$ 19 milhões) e Sergipe (R$ 24 milhões).
“Com os recursos, estados e municípios terão mais fôlego financeiro em caixa para aquisição de materiais e insumos, abertura de leitos, além do custeio de profissionais de saúde, ações e procedimentos, de acordo com a necessidade local, para enfrentamento específico ao coronavírus”, disse o Ministério da Saúde.
Segundo a pasta, o valor destinado corresponde a uma parcela mensal do que cada estado ou município já recebe para ações de média e alta complexidade ou atenção primária.
Repasses anteriores 
O Governo da Paraíba informou, por meio de nota, que recebeu do Ministério da Saúde (MS), por meio de duas portarias, R$ 19,1 milhões para serem investidos no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e R$ 11,6 milhões foram destinados aos 223 municípios do estado para fortalecer o combate ao coronavírus em seus territórios. A distribuição dos recursos foi feita considerando o número de habitantes de cada município.
A Paraíba recebeu ainda R$ 12.024.086,00 em recursos de emenda parlamentar que foram destinados a aquisição de insumos e equipamentos, viabilizando a compra de 200 mil testes rápidos.

Wallison Bezerra  – MaisPB


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