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Consumo de GNV na Paraíba sobe 5% com altas da gasolina

Gás Natural Veicular / Divulgação
A Companhia Paraibana de Gás (PBGás) registrou um crescimento de 5% no consumo do GNV (Gás Natural Veicular) comercializado no mês de novembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. O consumo no mês de novembro ultrapassou os 90 mil m/dia e a projeção para este mês de dezembro é de 95 mil m/dia.
De acordo com os dados da PBGás, o consumo acumulado do GNV no ano (janeiro a novembro) foi de mais de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Para o diretor presidente da PBGás, George Morais, o segundo semestre do ano consolidou a retomada do crescimento no consumo do GNV impulsionado pelo reajuste acumulado de 15,4% da gasolina no preço médio do país entre julho e novembro.
“Este cenário aumentou ainda mais a competitividade do GNV, que na Paraíba representa uma economia de 48% em relação à gasolina, sendo cada vez mais utilizado principalmente entre motoristas que utilizam seu carro como instrumento de trabalho”, avaliou George Morais.  
De acordo com o gerente de Mercado Automotivo e Industrial, Alairson Gonçalves Filho, o cenário para o GNV na Paraíba é bastante promissor por fatores como a economia considerável e com as novidades que serão apresentadas no Programa de Incentivo ao GNV da PBGás para frotas e motoristas em geral que instalarem nas oficinas credenciadas. “O uso do GNV vem crescendo no país também pelos avanços tecnológicos verificados nos kits que mantém o desempenho e a vida útil do motor, ao mesmo tempo que, garante uma economia de quase 50% para quem usa o gás natural”, completou Alairson.   
Na ponta do lápis- Levantamento realizado pela PBGás demonstra que um motorista que rodar 3 mil km por mês na Grande João Pessoa gastará na gasolina R$ 1.170,00, enquanto no GNV apenas R$ 606,00, ou seja uma economia de R$ 564,00 por mês.
O motorista Márcio Silva, de João Pessoa, usa GNV há seis meses, mas já aprovou a mudança e indica a todos que rodam muito a utilizarem devido a economia de cerca de 50%. “É uma ótima escolha no aspecto da economia, principalmente após a alta da gasolina e do álcool”, destacou.
G1 PB

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