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Encontro nacional na PB debate estratégias de combate a corrupção e lavagem de dinheiro

15ª Reunião Plenária da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) acontece em Campina Grande (Foto: Artur Lira/G1)
Astratégias de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro foram debatidas nesta segunda-feira (20) durante a 15ª Reunião Plenária da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), em Campina Grande. O encontro é organizado pelo Ministério da Justiça, em parceria com o Ministério Público do Estado da Paraíba.
O encontro teve início nesta segunda-feira e a programação segue até a quinta-feira (23), discutindo as 11 ações planejadas para 2017 e seus resultados. Ao fim da reunião, vão ser traçadas novas ações, para 2018. Confira a programação completa do Enccla.

"Foram ações fundamentais que visam desde o ponto de vista da educação, mostrar para a população a importância de ter a consciência do combate à corrupção, do trabalho dos órgãos públicos. Até ações mais avançadas, ligadas, por exemplo, à questão das moedas virtuais, uma realidade atual que é uma preocupação em especial porque a organizações criminosas sabem da dificuldade de se rastrear essas moedas", explicou o diretor do Departamento de Cooperação Jurídica Internacional, Luiz Roberto Ungaretti.

A reunião tem a participação de mais de 70 órgãos, dos três poderes, dos Ministérios Públicos e da sociedade civil, para que cada um possa contribuir com seus conhecimentos para elaborar estratégias.

Todas as ações de 2017 foram aprovadas durante a abertura da reunião. Entre os destaques, está a ampliação do compartilhamento de dados para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. Para auxiliar nesse objetivo, os órgãos divulgaram modelos de solicitação de compartilhamento de dados, para padronizar o intercâmbio de informações.

Outra ação era a elaboração de um diagnóstico sobre a atual conjuntura da utilização de moedas virtuais e meios de pagamento eletrônico. A partir daí, foi feito um levantamento de tipologias de lavagem de dinheiro e corrupção com essas formas de pagamento, além da elaboração de um glossário sobre moedas virtuais.

Segundo Ungaretti, já foram repatriados para o Brasil cerca de 280 milhões de dólares, oriundos de corrupção fora do país, desde que foi criado o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internaciona (DRCI). Além desses, mais de 550 milhões de dólares estão bloqueados, esperando decisão judicial pra serem repatriados.

G1 PB


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