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Venezuela diz que Constituinte prosseguirá, apesar das ameaças dos EUA

O governo da Venezuela advertiu nesta terça-feira (18) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que avançará com a convocação da Assembleia Constituinte, marcada para o dia 30, apesar das ameaças de Washington de impor sanções econômicas.
"Nada nem ninguém poderá impedí-la, a Constituinte prossegue. Hoje, o povo venezuelano é livre e responderá unido ante a insolente ameaça feita por um império xenófobo e racista", afirmou o chanceler da Venezuela, Samuel Moncada, em coletiva de imprensa.
O chanceler acusou a oposição venezuelana de ter "arrastado o presidente Trump a cometer uma agressão aberta contra um país latino-americano".
"Fazemos um apelo aos povos da América Latina e Caribe e aos povos livres do mundo que entendam a magnitude da brutal ameaça dos Estados Unidos e a defender a soberania".
Moncada convocou os venezuelanos e seus aliados no mundo a definir uma posição em torno da ameaça dos EUA, feita ontem após a divulgação da informação que 7,5 milhões de venezuelanos, segundo dados da oposição, rejeitaram a Constituinte impulsionada por Maduro em uma consulta organizada à revelia do governo.
As relações diplomáticas entre a Venezuela e os Estados Unidos se mantêm em ponto morto desde o final de 2008, quando o então presidente Hugo Chávez expulsou o embaixador norte-americano Patrick Duddy por supostamente estar envolvido em planos de magnicídio.
Desde então, e apesar de tentativas de ambos governos para retomar seus laços diplomáticos, a relação de ambos países se mantém em níveis mínimos.

G1 


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