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"O pior já passou", diz secretário ao garantir pagamento de salários e 13º na Paraíba

O secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Tárcio Pessoa confirmou em entrevista nesta terça-feira (01) que o pior já passou, em relação a crise econômica que o país vive e que afeta diretamente à Paraíba.


Segundo ele, 2017 vai ser melhor que 2016 e mesmo com as dificuldades encontradas na arrecadação e repasses do Governo Federal que cairam, o Estado vai sobreviver pagando seus servidores em dia e sem paralisar obras, mas conta com a compreensão da população e Governo Federal para rever a liberação de financiamentos já acertados, mas não liberados pelos ministros de várias pastas.


"Mesmo vivendo uma crise sem precedentes neste país, com as dificuldades pela redução de repasses e arrecadação, nós estamos pagando em dia dentro do mês trabalhado, mantendo obras e com o Estado equilibrado. São 19 estados que não estão pagando. Estamos remanejando recursos para que áreas essenciais não tenham prejuízo. Nós passamos pela pior fase da crise, sem atrasos de pagamentos e salários, nós estamos conduzindo o Estado para sair da crise. Desde o 1º dia de Governo, o pagamento de pessoal é causa pétria, não vai faltar dinheiro para pagar, já pagamos a metade e até o dia 31 de dezembro pagaremos o resto. O pior já passou, 2017 vai ser melhor que 2016, porque temos a capacidade de superar as dificuldades, mas estou preocupado com o que vai acontecer com o Brasil diante da sua política econômica".


Tárcio Pessoa faz um apelo para que o rebaixamento da nota seja revisto pelo Governo e salienta a importância da liberação de financiamentos já aprovados.


"Não há sentido para não liberação dos recursos. Nosso orçamento vai ser de R$ 500 milhões se o Governo Federal liberar nossos financiamentos. Nós estamos sendo retaliados porque os ministros não liberam os recursos já aprovados. Tivemos uma queda de Receita de R$ 300 milhões em 2016 e no acumulado de 2009 a 2015 de R$ 750 milhões. Não tem sentido ter a nota rebaixada porque tivemos queda de repasses. Essa metodologia tem algo errado e nós estamos discutindo isso. Vamos mostrar ao Governo Federal como se tem superávit e ainda sim manter investimentos", explicou o secretário.



PB Agora 

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