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Estela diz que políticos votam para se beneficiar e reclama de 'onda de ódio contra o nordeste, pobres e mulheres'

A deputada estadual, Estela Bezerra (PSB), comentou em entrevista nesta quarta-feira (11), que o perfil os políticos que estão na Câmara e Senado votando o afastamento da presidenta Dilma Rousseff (PT) está muito aquém dos interesses e necessidades do povo e denunciou a onda de preconceito contra nordestinos, pobres, mulheres e outras minorias.
Para Estela, os políticos estão votando e se posicionando em função da própria categoria política. “A economia está desde outubro parada e há uma criminalização e descriminação de classe, do voto nordestino e nordeste como todo foi vítima de chacota”, disse.
Estela reclamou que nas redes sociais há um sentimento de ódio crescente, contra o pobre, o negro, o assalariado. “Nunca se viu chefe de Estado, se você criticar ou não o governo, uma mulher com mais de 60 anos ser tratada como Dilma foi”, afirmou lembrando o adesivo onde a presidente aparecia de pernas abertas no lugar onde a bomba de gasolina é colocada para abastecer o veículo.
A deputada ainda afirmou que a presidente é muito resiliente e que entrou no Palácio através de um processo de debate público, aproveitando para alfinetar o vice-presidente, Michel Temer (PMDB): “Não da forma como Temer está entrando. Ele entra pela porta de trás, o cidadão não conhece sua trajetória”, disse.
Estela também reclamou da parcialidade do juiz Sérgio Moro e do ministro Gilmar Mendes que é “notadamente peessedebista”. “Ele tem ódio por esse governo democrático e popular”, reclamou destacando que Dilma não cometeu crime e que se for considerar as ‘Pedaladas Fiscais’ ilegais, então enquadraria o vice também que assinou decretos inclusive maiores que os de Dilma e por isso o país estaria a mercê de novas eleições.
“A presidente não cometeu crime de responsabilidade fiscal. O que ela cometeu foi uma irregularidade contábil que foi sanada na medida que o parlamento deu a condição de fazer a revisão das metas”, explicou.
Finalizando a parlamentar ainda lembrou os avanços do governo petista principalmente no nordeste, lembrando que a região enfrenta uma seca há cinco anos e que não se vê mais os números de migração de famílias, pedintes nos semáforos em busca de ajuda para realizar cirurgias e apontou que no passado não se via filhos das classes trabalhadoras adentrar cursos de engenharia, medicina ou direito, por exemplo. “Assistimos no Brasil uma revolução social. Somos o país que mais teve mobilidade de classes sociais”, concluiu. 
Com informações da Band News João Pessoa. 

Marília Domingues

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